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Três distintos comitês internacionais estão investigando a decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS) de declarar o vírus H1N1 uma pandemia. O mais adiantado, sendo realizado pelo Conselho da Europa, começou em janeiro. Paul Flynn, membro do Partido Trabalhista do parlamento britânico e responsável pela redação do relatório de investigação do Conselho da Europa sobre a pandemia, acredita que a discrepância entre a escala dos alertas e o real efeito do vírus afetou negativamente a confiança pública na OMS e em muitas instituições de saúde.
Michèle Rivasi, membro do Partido Verde do parlamento europeu, está liderando um movimento com vistas a criar um comitê especial para investigar por que as instituições da União Europeia, como a Agência de Medicamentos da Europa e o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças, seguem sem discutir a decisão da OMS e sem realizar sua própria avaliação independente sobre os riscos envolvidos.
Fonte: British Medical Journal
OMS nega influência de interesse comercial na pandemia H1N1
Organização Mundial de Saúde foi criticada em artigo publicado em revsita médica do Reino Unido.
Fonte: estadao.com.br

Wolfang Wodarg
O Conselho da Europa começa a discutir o tema hoje em sua Assembleia Parlamentar. O debate, proposto por um deputado alemão, é o destaque da semana sob o nome “Pandemia falsificada: uma ameaça à saúde”. O conselho não é ligado à União Europeia, mas atua como a principal entidade de defesa dos direitos humanos e congrega 47 países. Um parecer desfavorável seu pesaria contra a credibilidade da OMS.
O diretor adjunto da Organização Mundial da Saúde (OMS), Keiji Fukuda, se defendeu nesta terça das críticas sobre as medidas adotadas contra a gripe suína e assegurou que o número de crianças que morreram por ela é três vezes maior que o de crianças que morreram pela gripe sazonal.
Já o parlamentar e médico alemão Wolfang Wodarg criticou duramente a mudança de definição de pandemia, que a OMS fez no ano passado, assim como a relação existente entre a entidade e as empresas privadas.
Para Wodarg, as crianças “foram vacinadas inutilmente” com vacinas que só foram testadas em adultos. Além disso, alertou sobre o risco de casos de câncer em alguns desses menores, devido à célula cancerígena que, assegurou o deputado alemão, contém uma das proteínas da vacina Optaflu do laboratório Novartis.
Fonte: Folha Online e Terra
Atualização de 27/01/2010 – 11:49hs
Organização Mundial da Saúde defende sua atuação contra a nova gripe
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